Didi-Huberman e Eisenstein

dialética dos afetos e devir revolucionário

Autores

  • Ribamar José de Oliveira Junior Universidade Federal do Rio de Janeiro/Doutorando em Comunicação e Cultura
  • Beatriz Malcher Universidade Federal do Rio de Janeiro/Pós-doutoranda
  • Lilian Tufvesson Universidade Federal do Rio de Janeiro/Doutora
  • Alexandre Gouin Universidade Federal do Rio de Janeiro/Doutorando
  • Etiene Martins Universidade Federal do Rio de Janeiro/Mestranda
  • Iago Porfírio Universidade Federal da Bahia/Doutorando

DOI:

https://doi.org/10.29146/ecops.v25i2.27965

Palavras-chave:

Emoção, Imagem, Montagem, Insurreição, Didi-Huberman

Resumo

Através de olhares cruzados para a leitura da obra Povo em lágrimas, povo em armas de Didi-Huberman, publicada em 2021 pela n-1 edições, procuramos acompanhar a dialética entre lágrimas e armas pelas emoções. Ao levarmos em conta o percurso que o autor traça entre emoção, dor, apelos, afecções, sobrevivências e sensibilidades, elaboramos uma reflexão sobre as linhas do afeto que escorrem pelos olhos no lacrimejar das imagens. Se a emoção em si mesma é uma imagem, a insurgência das lágrimas na relação entre estética e ética nos coloca para fora de nós mesmos. Desse gesto coletivo de escrita, desenhamos uma rota por essa política da emoção que diz “nós”.

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Biografia do Autor

Beatriz Malcher, Universidade Federal do Rio de Janeiro/Pós-doutoranda

Pós-doutoranda em Teoria Literária pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura da UFRJ (PPGCL-UFRJ), onde também se doutorou (2020). Mestre pelo PPPGCOM da UFRJ (2016). É pesquisadora integrante do GT Literatura e Sociedade da ANPOLL e colaboradora do Projeto de Extensão Física e Humanidades do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF). malcher.beatriz@gmail.com.

Lilian Tufvesson, Universidade Federal do Rio de Janeiro/Doutora

Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autora da tese Barricada: ação política e experiência estética, com orientação do professor Maurício Lissovsky. Nesta resenha, autora do texto sobre o capítulo 3 - Apelos às lágrimas.

Alexandre Gouin, Universidade Federal do Rio de Janeiro/Doutorando

Doutorando em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestre em Comunicação e Cultura pela mesma universidade. Mestre em Engenharia de Produção pela École Centrale Paris. Desenvolve pesquisa sobre a montagem de imagens de arquivo no chamado cinema experimental. alexandre.k.gouin@gmail.com

Etiene Martins, Universidade Federal do Rio de Janeiro/Mestranda

Mestranda em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro com orientação de Muniz Sodré. Mestranda em Relações Étnico-Raciais pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio de Janeiro. Especialista em Comunicação e Saúde pela Escola de Saúde Pública de Minas Gerais. etieneredatora@gmail.com

Iago Porfírio, Universidade Federal da Bahia/Doutorando

Estudante de Doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (POSCOM/UFBA/CNPq). Pesquisador do Grupo de Pesquisa Nanook, vinculado ao Laboratório de Análise Fílmica (LAF/POSCOM/UFBA). E-mail: iagoporfiriojor@gmail.com.

Referências

DIDI-HUBERMAN, Georges. Povo em lágrimas, povo em armas. São Paulo: n-1 edições, 2021.

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Publicado

2022-10-31

Como Citar

Oliveira Junior, R. J. de, Malcher, B. M. da G. ., Tufvesson, L. ., Gouin, A. K. ., Martins, E. P., & Porfírio, I. (2022). Didi-Huberman e Eisenstein: dialética dos afetos e devir revolucionário. Revista Eco-Pós, 25(2), 407–425. https://doi.org/10.29146/ecops.v25i2.27965