Quem ama o fake, legítimo lhe parece: Divas pop e a (des)construção da noção de autenticidade

Autores

  • Leonardo Mozdzenski Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

DOI:

https://doi.org/10.29146/eco-pos.v19i3.3706

Resumo

O que torna uma diva pop autêntica? Norteado por esse questionamento, proponho neste trabalho analisar as várias possibilidades de construção da autenticidade no reino pop feminino. Para tanto, recorro à noção de "semblante midiático" (Goodwin, 1992; Soares, 2009), evidenciando que a autenticidade não é uma característica imanente da artista, nem um aspecto objetivamente constatável e mensurável. Trata-se, antes, tanto de um construto sociocognitivo e discursivo quanto dos efeitos de sentido evocados pela imagem da pop star diante de seu público. As discussões teóricas baseiam-se em Frith (1996), Zumthor (2000), Middleton (2006), Janotti Jr. e Soares (2014), entre outros.

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Biografia do Autor

Leonardo Mozdzenski, Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Doutor em Linguística pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE e, atualmente, doutorando em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPE. Autor de "Multimodalidade e gênero textual" (Ed. UFPE, 2008). Pesquisador com interesse em cultura pop, análise do discurso midiático, retórica visual, narrativas publicitárias, entre outros temas.

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Publicado

2016-12-23

Como Citar

Mozdzenski, L. (2016). Quem ama o fake, legítimo lhe parece: Divas pop e a (des)construção da noção de autenticidade. Revista Eco-Pós, 19(3), 139–160. https://doi.org/10.29146/eco-pos.v19i3.3706

Edição

Seção

Dossiê