A fotografia de Robert Mapplethorpe na perspectiva teórica de Vilém Flusser em Filosofia da Caixa Preta

Autores

  • Paulo Celso Silva Universidade de Sorocaba
  • Miriam Cristina Carlos silva

DOI:

https://doi.org/10.29146/eco-pos.v19i3.2899

Resumo

Este ensaio pretende, a partir das propostas contidas na obra específica ‘A Filosofia da Caixa Preta. Ensaios para uma futura filosofia da Fotografia', analisar parte da obra do fotógrafo estadunidense Robert Mapplethorpe (1946-1989, com o intuito de dialogar com as referências imagéticas e temporais, tendo em vista a contemporaneidade dos dois autores na fase pré-digital. Vilém Flusser (1920-1991)  indica que a fotografia é um pretexto para a reflexão sobre a cultura e de novas formas de existência humana e dos aparelhos,  entendidos como brinquedos simuladores de pensamentos. Também com Mapplethorpe a fotografia é uma forma artística para além dos nichos especializados (moda, p.ex.) com os quais muitos profissionais trabalham. Mapplethorpe inicia seus registros com uma câmera Polaroid, depois passa a seus portraits, com a Hasselblad ou, como definiu Flusser,  brinquedos tradutores do pensamento conceitual do fotógrafo. Assim, filósofo e artista parecem redefinir  o status da imagem.

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Biografia do Autor

Paulo Celso Silva, Universidade de Sorocaba

Professor e Coordenador do PPG Comunicacão e Cultura da Uniso

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Publicado

2016-12-23

Como Citar

Silva, P. C., & Carlos silva, M. C. (2016). A fotografia de Robert Mapplethorpe na perspectiva teórica de Vilém Flusser em Filosofia da Caixa Preta. Revista Eco-Pós, 19(3), 266–291. https://doi.org/10.29146/eco-pos.v19i3.2899

Edição

Seção

Perspectivas