A retomada das imagens contra o perigo iminente

entrevista com Susana de Sousa Dias

Autores

  • Lucas Murari UFRJ
  • Nicholas Andueza PUC-Rio / Cinemateca MAM-Rio

DOI:

https://doi.org/10.29146/eco-ps.v26i2.28181

Palavras-chave:

Cinema de arquivo, Fascismo, Memória, Cultura Visual

Resumo

Nesta entrevista, Susana de Sousa Dias discute o gesto da retomada de imagens – juntamente com outras práticas audiovisuais, como filmagens de drone e produção de memes e caricaturas – no contexto das disputas discursivas e imagéticas com a extrema direita. A realizadora e pesquisadora explora, em especial, o que seria uma cultura visual fascista, em sentido amplo, que tende a “estar a serviço”, a produzir mundos paralelos e criar “memórias fortes”, e qual poderia ser a atuação do cinema de arquivo para desarticulá-la, deslocando tanto as imagens como o discurso histórico, ressaltando “memórias fracas”, dando a ver certos invisíveis por meio de “contra-imagens”.

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Publicado

08-11-2023

Como Citar

Murari, L., & Andueza, N. (2023). A retomada das imagens contra o perigo iminente: entrevista com Susana de Sousa Dias. Revista Eco-Pós, 26(2), 352–372. https://doi.org/10.29146/eco-ps.v26i2.28181