Fluxos ativistas indígenas:

instabilizando a hipótese da guerra cultural a partir de afetos, territorialidades e temporalidades no Brasil

Autores

  • Daniel Oliveira de Farias Universidade Federal da Bahia
  • Itania Maria Mota Gomes

DOI:

https://doi.org/10.29146/ecopos.v24i2.27721

Palavras-chave:

Guerra cultural, fluxos ativistas, #MêsDaLutaIndígena

Resumo

Este artigo avalia a hipótese da guerra cultural a partir de uma reflexão sobre as lutas organizadas e mobilizadas em fluxos ativistas indígenas no Brasil. As relações entre afetos, como modos de engajamento identitário, e territorialidades são convocadas no desafio político e analítico de compreender a chamada guerra cultural enquanto um conjunto complexo, assimétrico e instável de conflitos capaz de gerar mudança cultural e transformação social. Ensaiamos um movimento de contextualização radical, como prática analítica dos estudos culturais, sobre fluxos ativistas em torno das hashtags #DiaDaLutaIndígena e #MêsDaLutaIndígena do ano de 2021.

Palavras-chave: Guerra cultural; fluxos ativistas; #MêsDaLutaIndígena.

 

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Biografia do Autor

Daniel Oliveira de Farias, Universidade Federal da Bahia

Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da UFBA. Bolsista de doutorado CNPQ. E-mail: danoliveiradefarias@gmail.com.

Itania Maria Mota Gomes

Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da UFBA e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPQ. Doutora em Comunicação e Cultura Contemporâneas. E-mail: itaniagomes@gmail.com

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Publicado

2021-11-30

Como Citar

Oliveira de Farias, D., & Maria Mota Gomes, I. (2021). Fluxos ativistas indígenas:: instabilizando a hipótese da guerra cultural a partir de afetos, territorialidades e temporalidades no Brasil. Revista Eco-Pós, 24(2), 277–308. https://doi.org/10.29146/ecopos.v24i2.27721